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quinta-feira, 12 de abril de 2018

Leite – Verdades e Mentiras - MUITO IMPORTANTE!

Tomar leite de supermercado não previne osteoporose. Está provado. Em um estudo científico enorme realizado pela universidade de Harvard, nos anos 90, e  que recebeu o nome de Harvard Nurses Study, foram estudadas mais de 70 mil mulheres, e a conclusão foi estarrecedora: aquelas que tomavam pelo menos dois copos de leite ao dia, tinham significativamente mais osteoporose que o grupo que tomava um copo por semana.
Como pode ser?

Terá a ciência modificado seu conceito sobre o leite?
Ou terá o leite se modificado?
Pois é… foi o leite que mudou!

Em muitas das minhas palestras, quando começo a falar sobre os malefícios do leite de supermercado, alguém, normalmente mais velho, na platéia, se levanta e pergunta: “- Mas doutor, como é possível? Eu e meus irmãos fomos criados na fazenda, tomando leite puro, quentinho, direto da vaca, e tivemos uma infância e adolescência muito saudável, nos tornamos adultos altos e fortes…
Como pode o leite não ser bom?”
E eu respondo: Aquele leite era ótimo!

Existe uma grande, imensa diferença entre o leite tomado puro, recém-saído da vaca (ou da cabra, égua etc) e o leite de supermercado..

O leite de supermercado é pasteurizado. Homogeneizado. Centrifugado. Clarificado. Filtrado. Bactofugado. Tratado à vácuo. Aquecido e reaquecido várias vezes. Só então ele alcança as gôndolas do mercado. Isso quando ele não é desnatado. Ou desidratado (em pó). Ou ambos.

Como veremos, a indústria do leite está interessada apenas nos cifrões, na quantidade. Não na saúde. Para eles, todo esse processamento do leite é sinônimo de qualidade. Mas infelizmente, esse leite não possui mais nenhum parentesco com o leite cru, in natura. Ambos são brancos. Mas a semelhança para por aí. Em termos bioquímicos, enzimáticos e nutricionais, eles são completamente diferentes.

A importância das enzimas presentes nos alimentos está começando a ser estudada só agora, pela ciência de ponta. A pasteurização do leite destrói as suas enzimas. Uma delas, a fostatase, é essencial para a absorção do cálcio. Agora, me responda: de que adianta o leite conter cálcio, se a sua absorção está prejudicada? Na prática, tudo se passa como se esse leite fosse pobre em cálcio! Você já reparou que a osteoporose está atacando pessoas cada vez mais jovens?

Outra enzima presente no leite, a lipase, é útil para a absorção dos ácidos graxos (gorduras). Porém, é destruída pela pasteurização. A enzima galactase, importante para a digestão do açúcar do leite (que recebe o nome de galactose), é perdida. A catalase, peroxidase, diastase… todas as enzimas que facilitam e propiciam a utilização dos nutrientes desaparecem. Os próprios nutrientes do leite se alteram ou são destruídos com a pasteurização e o processamento industrial. Por exemplo: Você, que sempre acreditou nos benefícios do leite, rico em cálcio, aos dentes, precisa levar em conta que a destruição e alteração de outros de seus nutrientes, pelo processamento industrial, acaba causando um efeito radicalmente inesperado.

O Dr. Ralph Steinman, professor emérito da faculdade de odontologia da Universidade Loma Linda na Califórnia, realizou num estudo científico em ratos, dividindo-os em 3 grupos: o primeiro, alimentado com ração normal, teve menos de uma cárie, em média, ao longo da vida. O segundo grupo recebeu uma alimentação recebeu numa dieta repleta de açúcar, e apresentou uma média de 5,6 cáries por rato, ao longo da vida. Mas o terceiro grupo foi alimentado com leite pasteurizado homogeneizado, e apresentou 9,4 cáries por rato, em média. A propósito, o processo de formação de cáries é idêntico em ratos e seres humanos. Se o leite industrializado faz isso com os dentes, imagine então os ossos!

Agora, imagine as crianças, que além de leite industrializado, consomem avidamente chocolate, brigadeiro, leite condensado, bolacha, batata frita, macarrão e outras fontes de açúcar!!! O pior é que esse péssimo hábito é reforçado pelos pais, pela escola, pelos buffets infantis, pelos avós, enfim, por todo mundo! A saúde dos dentes reflete a saúde do organismo como um todo. Dentes ruins são sinal de saúde ruim. Hoje em dia, os cardiologistas já comprovaram que a aterosclerose e as cáries andam de mãos dadas. Ambos os processos fazem parte de um mesmo estado degenerativo. A única diferença é que as cáries aparecem primeiro.

Você percebe?
Não basta apenas o cálcio.

O leite cru possui uma série de nutrientes, alguns dos quais ainda não foram nem sequer isolados e identificados pela ciência, mas cujos efeitos podem, sim, ser observados após a perda ou alteração desses nutrientes pelo processamento industrial. O leite contém um açúcar chamado lactose. Por sinal, em grandes quantidades. Se o leite for cru, essa lactose não possui o efeito destrutivo do açúcar comum (sacarose), pois é absorvido bem mais lentamente e, assim, não sobrecarrega o pâncreas na produção de quantidades excessivas de insulina.

Por outro lado, se o leite for pasteurizado, a coisa muda: o aquecimento a altas temperaturas transforma a lactose em beta-lactose, que é um açúcar muito mais rapidamente absorvido pelo organismo, resultando em picos excessivos de insulina e sobrecarga do pâncreas. Quando essa insulina acaba de cumprir o papel de livrar o sangue do excesso de açúcar, ela permanece na circulação por mais um tempo, desta vez retirando açúcar necessário ao bom funcionamento do cérebro e do organismo. O organismo reage imediatamente a essa baixa anormal de açúcar, provocando uma sensação de fome. Fome por alguma coisa que reponha rapidamente esse açúcar, como por exemplo, um doce, ou quem sabe, mais leite. A coisa vira um ciclo, uma espiral, uma bola de neve. Um dos resultados é a obesidade, que por sinal, está se tornando uma epidemia.

Outro resultado é a enxaqueca, depressão, ansiedade, crises de pânico e desequilíbrio hormonal (e suas conseqüências). O processo de homogeneização do leite consiste em filtrá-lo sob alta pressão, de modo a reduzir ao máximo o tamanho dos glóbulos de gordura que nele contém, de modo que o leite não separe, ou seja, não forme nata. Fique sempre homogêneo. Esses glóbulos de gordura possuem uma membrana externa, microscópica, constituída por uma certa proporção de proteínas e gorduras.

Com a homogeneização, ocorre um aumento brutal na área de superfície desses glóbulos de gordura, a perda da estrutura original das membranas desses glóbulos e sua substituição por uma proporção bem maior de proteínas que no leite cru. Este fator pode ser um dos responsáveis pela tendência do leite industrializado a provocar alergias.

As proteínas do leite, como a caseína, lactoalbumina e lactoglobulina, são estruturas químicas complexas que, quando aquecidas além de 46 graus, começam a sofrer um processo chamado desnaturação. Esse nome é ótimo, porque diz tudo. Com a pasteurização, Elas perdem (des) o seu estado natural (naturação) e se tornam substâncias estranhas ao organismo de quem as ingere.

Quando entramos em contato com elas, nosso sistema imunológico as reconhece – em maior ou menor grau – como se fossem corpos  estranhos! Quando é em maior grau, o indivíduo tem sorte, pois já sabe que, se tomar o leite do supermercado, sofrerá uma série de reações intensas (digestivas e outras). Quando esse reconhecimento é em menor grau, como no caso da maioria das pessoas, as reações não são visíveis, nem óbvias, mas acontecem. Um sistema imunológico voltado, ainda que em baixo grau, para uma reação inútil contra estruturas do leite de supermercado, está passando por uma sobrecarga desnecessária. E constante, naqueles indivíduos que fazem uso quotidiano desse leite.
O sistema imunológico é quem comanda a regeneração e cura das doenças. Um sistema imunológico sobrecarregado não combina com nenhum tipo de melhora!

Crianças e adultos, no meu consultório, com gripes e resfriados, infecções de ouvido freqüentes, dores de cabeça, enxaquecas… param o leite de supermercado, e em 3 meses, nunca mais querem ver esse leite pela frente, pois sentem-se melhor!

E tem mais: essa reação do sistema imunológico, por menor que seja, é uma reação denominada inflamatória. Acompanhe o raciocínio: Qualquer dor, inclusive a dor de cabeça, compreende, entre outras coisas, no seu mecanismo, uma inflamação. Se você, além de sofrer de dores de cabeça, consome, sistematicamente, algum ingrediente que pode causar uma resposta inflamatória do corpo, estará criando um estado pró-inflamatório no seu organismo. Fica muito mais fácil ter dor!

O leite de supermercado pode predispor a doenças auto-imunes, pois os anticorpos voltados contra as estruturas do leite podem, “sem querer”, reconhecer estruturas do nosso próprio corpo (articulações, pâncreas e outros órgãos e tecidos) como se fossem as estruturas do leite. Nessa hora, você começa a ser atacado pelos seus próprios anticorpos. São as assim chamadas doenças auto-imunes.

Bebês que, nos primeiros 6 meses, se alimentam com leite pasteurizado em detrimento do materno, têm maior incidência de infecções respiratórias, diarréia, pneumonia, infecções de ouvidos, e outras doenças bacterianas e virais. Há até cientistas correlacionando a ingestão de leite pasteurizado no primeiro semestre de vida, com o aparecimento maior de doenças do sistema imune, por exemplo, diabetes, colite ulcerativa, doença celíaca e outras, em comparação aos não-consumidores de leite de vaca.

Por que, então, consumimos leite pasteurizado?
A resposta é simples: Propaganda, propaganda e propaganda.

A última moda, agora, é o leite ultrapasteurizado. Dê uma olhada em muitas caixinhas de leite de supermercado, e você poderá ver as letras UHT impressas no rótulo. UHT nada mais é que a abreviatura de Ultra HighTemperature – temperatura ultra alta. Pelo que você já leu até aqui, já dá para entender que isso não é uma coisa nada boa. Pesquisadores da Universidade de Washington, em 1960, ficaram interessados em resultados de estudos mostrando uma incidência maior de infarto em portadores de úlcera do estômago, e levantaram a suspeita de que o leite pasteurizado, utilizado na época pelos pacientes para aliviar seus sintomas de queimação, pudesse estar exercendo um papel nesse processo. Fizeram, então, um estudo estatístico ligando o consumo do leite à incidência de infarto, e que foi publicado na revista Circulation, volume 21, página 438. O estudo comparou a incidência de ataques cardíacos em consumidores quotidianos de leite pasteurizado versus não consumidores.

O resultado? Três vezes mais consumidores de leite tiveram ataques cardíacos, nos Estados Unidos. Na Inglaterra, seis vezes mais.

Quem levou a culpa? A gordura do leite. E assim, desnataram o leite. O mundo inteiro passou a consumir leite desnatado e alimentos com baixos teores de gordura.
Será que essa atitude levou a uma diminuição das doenças coronarianas? As estatísticas dizem que não.

Atenção, leitor/a: apesar do que você lê ou ouve, saiba que qualquer recomendação para diminuir o consumo de gordura animal não possui fundamento científico. As gorduras animais são substâncias biológicas estáveis, não se oxidam facilmente, não dão origem a radicais livres facilmente e, sobretudo, contêm nutrientes fundamentais, essenciais, vitais para a sua saúde e da sua família. As crianças, em particular, necessitam de um ótimo suprimento de gordura animal de boa qualidade, a fim de garantir o seu perfeito desenvolvimento físico e neurológico.

A que interesses atende o consumo de leite industrializado? Aos interesses de uma indústria multibilionária.

A megaindústria investe bilhões para romancear o seu produto, associá-lo a bichinhos, a cenas da infância e musiquinhas, em propagandas espalhadas por todos os lugares, que absorvemos através dos nossos cinco sentidos, todos os dias, repetidas vezes. Uma verdadeira lavagem cerebral.

E não descuidando de influenciar inteligentemente as áreas de conhecimento formadoras de opinião – nutrição e medicina – no sentido de convencer os profissionais dessas áreas (e assim, toda a população) de que o leite é a única fonte realmente boa de cálcio, e que sem o leite, o castigo será maligno, nossos ossos vão se desintegrar.

Além disso, a grande mídia, a grande imprensa, se recusa a questionar os trabalhos que seguem os mandamentos ditatoriais da indústria multibilionária de alimentos. Pelo contrário, encoraja a todos que bebam bastante leite de vaca industrializado, e consumam seus derivados. Leite de soja também.

Vamos supor que uma matéria é publicada numa revista de grande circulação e muito conhecida, falando bem sobre o leite, ou então algum novo remédio ou tratamento para dor de cabeça. Se nas próximas, 3 ou 4 edições não aparecer nenhuma contestação ou ressalva, isso significa, para todos os leitores, que a questão está fechada. O assunto está encerrado. Não há contestação. Pois caso houvesse, a revista publicaria, uma vez que a imprensa é livre. Mas veja bem: a imprensa também é livre para publicar ou não publicar, de modo que a revista, ou o jornal/rádio/TV, só vai publicar aquilo que estiver de acordo com os seus interesses. E os seus interesses coincidem com aqueles de seus anunciantes e patrocinadores, entre eles, quase sempre, a poderosa indústria de alimentos e de remédios. É claro que eles entrevistam médicos, nutricionistas, professores universitários e pessoas revestidas de autoridade em saúde. Eles entrevistam aquela parcela de profissionais que, honestamente, acredita que a natureza não foi capaz de criar alimentos suficientemente saudáveis, e que o homem pode melhorá-los através de processos industriais e engenharia genética. Eles entrevistam a parcela que acredita, honestamente, que as doenças nada mais são que um estado de deficiência de remédios.

Toda essa filosofia foi criada por uma indústria visando um mercado multibilionário de alimentação e saúde. Os entrevistados típicos são profissionais altamente inteligentes, graduados e capacitados, que algum dia se envolveram em um trabalho científico de pesquisa que levou ao patrocínio de alguma indústria alimentícia e/ou farmacêutica, ou indiretamente, através de algum órgão governamental (no Brasil ou fora dele) controlado, financeiramente, pela indústria. Se alguma pesquisa destes cientistas apontar para um efeito negativo do remédio ou alimento em questão, este resultado é simplesmente omitido. Deixado de lado. E caso outro pesquisador qualquer tenha apontado para o mesmo problema, a solução típica é ignorar essa informação e, de quebra, o pesquisador. Assim, ninguém fica de consciência pesada.

É claro que existem inúmeras pesquisas, patrocinadas pela indústria, sobre alimentos e remédios, realizadas por grandes cientistas, e todas estas pesquisas são de enorme importância – desde que seus resultados venham de encontro com os interesses maiores da indústria, e dêem a ela suporte de modo a evitar qualquer conflito de opiniões.

Dica: Troque o Leite Pelo Iogurte

Recebi uma pergunta, através do formulário que disponibilizo no meu site para esse propósito, de uma internauta de São José dos Campos (SP). Eis aqui a questão:
– O site é bem organizado e muito esclarecedor para quem sofre de enxaqueca. Sofro deste mal, há muitos anos. Vi que o leite é um dos alimentos que é recomendado evitar, mas os seus derivados como o iogurte não. Por quê? Tudo que estava no leite está no iogurte, principalmente o caseiro. Entrei na menopausa (e a enxaqueca continua), mas não faço nenhum tipo de reposição hormonal, e acho o leite importante p/ evitar a osteoporose, sendo a fonte com grande quantidade de cálcio. É um dilema: tomar ou não tomar leite para evitar a enxaqueca.

Esta pergunta é muito importante, e é com muita alegria que recebo esta oportunidade de tocar no assunto leite versus iogurte.
O leite, em seu estado original (ou seja, recém-saído de uma vaquinha saudável, criada solta e não em confinamento, que não recebe hormônios e se alimenta não de ração mas sim de pasto – sem agrotóxicos – em suma, uma vaquinha feliz!), é um alimento muito saudável, denso em nutrientes importantíssimos, que nutriu nossos antepassados das mais variadas partes do planeta, em toda a sua jornada ao longo da História.

Com o adensamento das cidades e a Revolução Industrial, a criação das vacas deixou de ser atributo de indivíduos que valorizavam os animais, passando a pessoas pagas para tal função, não necessariamente fazendo isso por vocação ou amor. As vacas se transformaram, de companheiras do homem, em fábricas de leite. O leite era ordenhado por pessoas mal-pagas, sem nenhuma noção de higiene. As vacas foram transferidas do campo para lotes de confinamento, e alimentadas com grãos cereais e uma série de alimentos inapropriados.

As epidemias, nessa época, foram uma conseqüência natural. Tuberculose, brucelose, cólera e tantas outras, ceifaram muitas vidas.

De repente, os cientistas da segunda metade do Século 19 descobriram os micróbios. Concluiu-se, com razão, que eram eles os responsáveis pelas doenças que causavam epidemias. Em seguida, descobriu-se que a fervura matava os micróbios. Nasce a pasteurização.

Dentro desse contexto de falta absoluta de higiene, infecções, doenças, epidemias e alta mortalidade no Século 19, a pasteurização mudou drasticamente o cenário. Bastava submeter o leite sujo e contaminado a uma alta temperatura… e matavam-se os micróbios!

Cuidados de higiene nos estábulos, na ordenha, nos funcionários, no armazenamento do leite? Para que?? A pasteurização mata tudo!

De fato, mata. Inclusive o próprio leite.

O que, naquela época, não se sabia, é que existem componentes do leite cuja estrutura química sofre modificações com a pasteurização. E essas modificações tornam tais componentes prejudiciais à nossa saúde, facilitando inclusive o surgimento de reações inflamatórias de toda espécie. E onde há inflamação, há dor.

O mais sensato, face à potencial contaminação por micróbios nocivos, seria tirar o leite de vacas saudáveis, que se nutrem de capim e pasto (alimentos que a natureza lhes reservou para se manterem saudáveis); e comercializar esse leite como um produto altamente perecível. Isso é impossível numa mentalidade industrial cujo principal objetivo é o lucro, não a saúde. Afinal, o leite de verdade (não pasteurizado, portanto cru) pode facilmente azedar ou coalhar – e como explicar isso para o consumidor?

A propósito, leite cru azedo ou coalhado é tão ou mais saudável que a versão original. Essa transformação (na verdade, em uma forma de iogurte) é levada a cabo pelas bactérias benéficas que habitam o leite (lactobacilos vivos). Essas mesmas bactérias fazem um bem imenso ao nosso organismo e protegem o leite cru de contaminações por micróbios nocivos. Os lactobacilos, habitantes naturais do leite, morrem todos com a pasteurização, tornando-o vulnerável à contaminação pelo primeiro micróbio nocivo que aparecer. Esse sim é um produto perigoso!

Se a estrutura química do leite é modificada pela pasteurização a ponto de se tornar estranha ao nosso sistema imunológico, a transformação desse leite – mesmo pasteurizado – em iogurte, modifica novamente a estrutura molecular do leite de modo a neutralizar o potencial malefício.

Por isso, minha dica desta semana é: substitua o leite pelo iogurte em sua vida.
Cuide apenas para que o iogurte seja integral e não desnatado. Quanto menos processamento, melhor.
Lembre-se que não estou me referindo aos iogurtes que já vêm com sabor de frutas, repletos de corantes, conservantes e outras substâncias químicas. Prefira o iogurte natural, que você pode bater no liqüidificador com a fruta da sua preferência.

SE VOCÊ LEU O ARTIGO, ACHOU INTERESSANTE, FICOU COM MEDO DO LEITE DE VACA COMERCIAL E PENSA EM TROCÁ-LO PELO LEITE DE SOJA, LEIA ANTES O QUE JÁ FOI PUBLICADO SOBRE O ASSUNTO AQUI NO SITE CRIANÇAS NA COZINHA:

Soja, a história não é bem assim: http://pat.feldman.com.br/?p=5
Você ainda vai dar leite de soja para os seus filhos?: http://pat.feldman.com.br/?p=859
Israel contra o leite de soja: http://pat.feldman.com.br/?p=1507

E SE TIVER OPORTUNIDADE LEIA O LIVRO: The Whole Soy Story

Fonte desta matéria: Leite - verdades e mentiras

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

TEMPOS DIFÍCEIS - HOMENS FORTES

“1942 - Homens de 18 anos pilotavam caças spitfire para defender Londres, que era bombardeada por pilotos da Luftwaffe, de 19 anos. Com a guerra milhões morreram e os que sobreviveram voltaram para casa e tiveram que trabalhar duro para reconstruir seus países, tiveram filhos e envelheceram.

Comiam o que tinha pra comer.

Economizavam o que podiam e cuidavam e suas famílias.

Hoje a adolescência vai até os 35 anos.
Muitas crises.
Mundo cruel.
Muitas decisões.
Muita pressão.

Tudo o que fora construído, até hoje, está errado.

2018 - Caras de 30 anos tomam toddynho, fazem depilação, usam óleos especiais na barba - desenhada. Praticam Tai Chi Chuan ou treinam Muay Thay.

Não vestem couro, mas cânhamo.

Depois de uma semana árdua de trabalho, de 6 horas com 2 de almoço - digitando em teclados ergonômicos, ou projetando maçanetas menos estressantes para o mundo moderno, ou traduzindo poemas húngaros, ou atualizando blogs, reúnem-se com amigos, igualmente estressados em bares modernos - com ar condicionado, com mesas posicionadas segundo feng chui, ao som de gemidos de baleias ou de gaivotas imperiais de Vancouver ou de uma cachoeira de alguma serra que ninguém conhece.

Discutem problemas modernos. Para os quais têm todas as soluções. São delfins, gente que faltava para o mundo melhorar. Pena que chegaram tarde.

Pedem suflê de mandioquinha com alho poró, com traços de curry e framboesa selvagem - e harmonizam-na com caipirinha de aguardente de alecrim, com mixed de saquê e vinho Crianza catalão, com adoçante natural destilado da casca da mini-jaca colombiana.

Finalizam com uma taça de café gourmet gelado (descafeinado, é claro), aromatizado com favas de baunilha de Madagascar e raspas de limão siciliano - curtido no vapor de madeira verde (reciclada) da margem esquerda do rio Loire, cortada na primeira semana do outono.

O fim da night sarau de haicais nas ruínas de uma antiga fábrica ou em um terreno baldio, ou então a performance de algum grande diretor revolucionário desconhecido nu (por ser incompreendido e perseguido pela mídia/crítica burguesa pró-Temer e pró -Trump)  que pinta o corpo de idosas igualmente nuas com tinta ecológica elaborada com pigmentos de terra trazida da Córsega, tendo ao fundo fotos - em preto e branco - de um fotógrafo cego - que não tem seu olhar moldado pelas convenções.

Chega a casa - liga a TV - coloca no canal alemão - embora não saiba sequer o presente do infinitivo do verbo Sein. Dorme com camiseta de campanha israelense (comprada de um turco numa viagem a Madrid) e meias pucket - uma de cada cor. Acorda de madrugada - toma água aromatizada, come meio polenguinho, e volta pra cama, mas não consegue dormir - indignado com a operação Lava Jato ou com a crise - orquestrada - na Venezuela.

Sofre, acorda com olheiras, toma um toddynho, pensa em chamar o Uber. Desiste, vai de bike. No caminho recebe a ligação da mãe. Chora e pede pra passar na casa dela depois do trabalho, pra comer peras e par que assistam juntos star trek.

Esse mundo é maravilhoso?
(Texto anônimo)

Tempos difíceis criam homens fortes. Homens fortes criam tempos fáceis. Tempos fáceis criam homens fracos. HOMENS FRACOS CRIAM TEMPOS DIFÍCIEIS.”

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Intervenção militar para combater a corrupção, retomar o desenvolvimento e evitar uma convulsão social

A Ação militar se justifica se a crise política, econômica, social e moral chegar a extremos

Gen Bda Luiz Eduardo Rocha Paiva,
O Estado de S.Paulo

Muito se discute sobre a possibilidade, necessidade e legalidade de uma intervenção militar para combater a corrupção, retomar o desenvolvimento e evitar uma convulsão social. (Ver o editorial “O altar da salvação nacional”, na página ao lado.)

O artigo 142 da Constituição federal define a missão das Forças Armadas, estabelecendo que elas “são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem”.

O artigo deixava dúvida se o emprego das Forças poderia ser determinado diretamente pelo Judiciário e pelo Legislativo, haja vista a subordinação das Forças Armadas à autoridade suprema do presidente da República. Essa lacuna foi parcialmente preenchida com a Lei Complementar 97/1999, que em seu artigo 15, § 1.º, diz: “Compete ao Presidente da República a decisão do emprego das Forças Armadas, por iniciativa própria ou em atendimento a pedido manifestado por quaisquer dos poderes constitucionais, por intermédio dos Presidentes do Supremo Tribunal Federal, do Senado Federal ou da Câmara dos Deputados”. A lei não eliminou a possibilidade de um impasse institucional caso o Judiciário ou o Legislativo requeiram o emprego das Forças Armadas e o presidente se recuse a dar a respectiva ordem, pois o Brasil não está imune ao conflito entre os Poderes da União, como se vê no atual contexto político.

Está claro, porém, não haver nenhum dispositivo legal que autorize o emprego ou a intervenção das Forças Armadas por iniciativa própria. Aliás, nesse caso, quem assumiria o comando das Forças? O comandante da Marinha, o do Exército ou o da Aeronáutica? Haveria consenso? Em 1964 o Exército conduziu o movimento civil-militar de 31 de março, mas o contexto político era diferente. Por outro lado, houve intervenções militares em algumas situações de grave crise política, a despeito de, salvo melhor juízo, nunca ter existido tal dispositivo legal.

No Brasil, indivíduos e grupos poderosos vêm usando a lei, ou a prerrogativa de legislar, com o propósito de auferir vantagens injustificáveis, portanto, ilegítimas. A sociedade e as instituições confiáveis precisam tomar atitudes resolutas para, licitamente, se livrarem das lideranças corruptas, cujas permanência no poder e atuação prepotente e nociva podem levar o País a uma desastrosa convulsão política e social, pois tolerância tem limite.

A intervenção militar será legítima e justificável, mesmo sem amparo legal, caso o agravamento da crise política, econômica, social e moral resulte na falência dos Poderes da União, seguida de grave instabilidade institucional com risco de guerra civil, ruptura da unidade política, quebra do regime democrático e perda de soberania pelo Estado. Esse processo revolucionário já foi propugnado, publicamente, por líderes de movimentos pseudossociais e políticos de ideologia socialista radical, todos investindo constantemente na divisão da sociedade.

Em tal quadro de anomia, as Forças Armadas tomarão a iniciativa para recuperar a estabilidade no País, neutralizando forças adversas, pacificando a sociedade, assegurando a sobrevivência da Nação, preservando a democracia e restabelecendo a autoridade do Estado após livrá-lo das lideranças deletérias. São ações inerentes às missões constitucionais de defesa da Pátria, não restrita aos conflitos externos, e de garantia dos Poderes constitucionais, da lei e da ordem.

O Executivo e o Legislativo, profundamente desacreditados pelo envolvimento de altos escalões em inimagináveis escândalos de corrupção, perderam a credibilidade para governar e legislar. Embora moralmente desgastadas, as lideranças políticas têm força para tentar deter a Lava Jato e outras operações congêneres, escapar da Justiça e manter seu ilegítimo status de poder. São visíveis as manobras insidiosas da velha ordem política patrimonialista fisiológica e da liderança socialista radical, cuja aliança afundou o País em 13 anos de governo.

Pela credibilidade da presidente do STF e da maioria dos ministros, a Alta Corte tem autoridade moral tanto para dissuadir essas manobras insidiosas quanto para encontrar caminhos legais e legítimos que permitam acelerar os processos das operações de limpeza moral, como a citada Lava Jato. Não fossem o foro especial e os meandros de uma Justiça lenta e leniente, o País já teria avançado muito mais em sua higienização política.

Por sua vez, a sociedade, hoje descrente, tenha consciência de que, para traçar seu destino, precisa manter constante pressão para sanear instituições fisiológicas, que não cumprem a obrigação de defender interesses coletivos. Não se iluda a liderança nacional. A apatia da Nação pode ser aparente e inercial, explodindo como uma bomba se algo ou alguém acender o pavio.

Na verdade, só o STF e a sociedade conseguirão deter o agravamento da crise atual, que, em médio prazo, poderá levar as Forças Armadas a tomarem atitudes indesejadas, mas pleiteadas por significativa parcela da população.

O Brasil não pode continuar sangrando indefinidamente, pois isso aumenta a descrença no futuro, retarda a retomada do desenvolvimento econômico e ameaça a estabilidade política e social.

O comandante do Exército estabeleceu a legalidade, a legitimidade e a estabilidade como cláusulas pétreas para guiar a instituição, mas a mensagem se estende, também, à sociedade e à liderança nacional. Que tenham visão de futuro e responsabilidade cívica e política para impedir que a legalidade continue sendo corrompida pela ilegitimidade, assim desestabilizando o País.

As cláusulas pétreas são pilares que precisam ser rígidos, sendo os Poderes da União e a sociedade os responsáveis pela firmeza do tripé.

Fonte: Facebook do General Paulo Chagas

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

OUTUBRO MARROM

Outubro Rosa não passa de uma campanha de "localização". Localizar nos seios o algo estranho, nódulo, cisto, tumor já em andamento e ir correndo compensar financeiramente o investimento médico nos seus caros equipamentos de diagnósticos e laboratoriais.

E depois enriquecer mais e mais a nojenta indústria da morte, dita farmacêutica.

Prevenção, meus caros, não é isso!

Sabe-se que a receita do Câncer é Acidez Orgânica + Pouca Oxigenação Celular + Vírus, fungos e bactérias + CONFLITOS EMOCIONAIS.

E, se tiver que se tratar pela saúde pública, é melhor nem saber que precisa do tratamento, pois a ansiedade e outras emoções negativas pela espera em fila de exames e atendimento médico, vão prejudicar mais ainda a saúde.

Prevenção não é fazer mídia rosinha para ficar bonitinha e mandar todas as mulheres apalparem suas mamas. Isso é educação para localizar a "merda" que já está lá.

Fui tocar hoje em um evento temático do Outubro Rosa, botei até gravata rosa. E notei que serviam refrigerante zero, café com aspartame, coxinhas de galinha de granja cheia de hormônios, requentadas em um microondas. E varias mulheres com seus desodorantes roll on anti transpirante (ou seja - anti remoção de toxinas e oxigenação).

Fazem a campanha e servem e abusam dos agentes provocadores?

Deveriam parar de hipocrisia rosinha e apoiar a mudança de hábitos alimentares, divulgar pesquisas sérias que apontam o microondas, a comida processada, carboidratos refinados, glutamato monossódico (presente em 99,9% dos alimentos industrializados, para realçar o sabor), celular, filtro solar, desodorantes femininos, até a mamografia (que provoca câncer), e outros fatores altamente cancerígenos.

E outra: como terapeuta pude perceber que a esmagadora maioria das mulheres com CA de mama desenvolvem o mesmo fragilizadas por um conflito de maternidade, seja vindo de suas mães ou para seus filhos.

Tudo começa ali e os agentes do CA tomam conta.

Então desculpem...

Nada de rosa e de falar equivocadamente de prevenção, estimulando apenas o auto-exame sem fazer o principal: explicar bem claro o porque de o tumor aparecer lá.

Ahhhh... Mas como falar isso em rede nacional se a Friboi e a Sadia patrocinam o horário nobre?
Se a DOVE, Nivea e cia apostam alto e pagam para você saber como não manchar a sua roupa branca com suor, mas ganhar um CA?

Outubro MARROM - O Outro Lado do ROSA - por Jordan Campos

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

RENDIÇÃO DA 148ª DIVISÃO ALEMÃ AOS BRASILEIROS NA ITÁLIA (2ª GUERRA MUNDIAL)

Por que a 148ª Divisão Alemã se entregou somente aos brasileiros na Itália?
(Cel. Hiram Reis e Silva)

“Foi em abril de 1945.

Os alemães tinham retraído da Linha Gótica depois da nossa vitória em Montese, e provavelmente pretendiam nos esperar no vale do rio Pó, mais ao Norte.

Nosso Esquadrão de Reconhecimento, comandado pelo Pitaluga, os avistou na Vila de Collechio, um pouco antes do rio.

A pedido do General fui ver pessoalmente e lá, por ser o mais antigo, coordenei a noite um pequeno ataque com o esquadrão e um pelotão de infantaria, sem intenção maior do que avaliar, pela reação, a força do inimigo.

Sem defender efetivamente o local, os alemães passaram para o outro lado do rio e explodiram a ponte.

Então observamos que se tratava de uma tropa muito maior do que poderíamos ter imaginado.

Eram milhares deles e nós tínhamos atacado com uma dezena de tanques e pouco mais de cinquenta soldados”.

“Informamos ao comando superior que o inimigo teria lá pelo menos um regimento.

O comando, numa decisão ousada, pegou todos os caminhões da artilharia, encheu-os de soldados e os mandou em reforço à pequena tropa que fazia frente a tantos milhares.”

” Considerei cumprida a minha parte e fui jantar com o Coronel Brayner, que comandava a tropa que chegara” prosseguiu Dionísio.

“Durante a frugal refeição de campanha, apresentaram-se três oficiais alemães com uma bandeira branca, dizendo que vieram tratar da rendição.

Fiquei de interprete, mas estava confuso; no início nem sabia bem se eles queriam se entregar ou se estavam pensando que nós nos entregaríamos, face ao vulto das tropas deles, que por sinal mantinham um violento fogo para mostrar seu poderio”.

“Esclarecida a situação, pediram três condições: que conservassem suas medalhas; que os italianos das tropas deles fossem tratados como prisioneiros de guerra (normalmente os italianos que acompanhavam os alemães eram fuzilados pelos comunistas italianos das tropas aliadas) e que não fossem entregues à guarda dos negros norte-americanos”.

“Esta última exigência merece uma explicação: a primeira vista parece racismo.

Que os alemães são racistas é óbvio, mas porque então eles se entregaram aos nossos soldados, muitos deles negros?

Bem, os negros americanos naquela época constituíam uma tropa só de soldados negros, mas comandada por oficiais brancos.

Discriminados em sua pátria, descontavam sua raiva dos brancos nos prisioneiros alemães, aos quais submetiam a torturas e vinganças brutais.

É claro que contra eles os alemães lutariam até a morte.

Não era só uma questão de racismo”.

“Eu perguntei ao interprete do lado alemão (nos entendíamos em uma mistura de inglês, italiano e alemão), por que queriam se render, com tropa muito superior aos nossos efetivos e ocupando uma boa posição do outro lado do rio.

Ele me respondeu que a guerra estava perdida, que tinham quatrocentos feridos sem atendimento, que estavam gastando os últimos cartuchos para sustentar o fogo naquele momento e que estavam morrendo de fome.

Que queriam aproveitar a oportunidade de se render aos brasileiros porque sabiam que teriam bom tratamento”.

“Combinada a rendição, cessou o fogo dos dois lados.

Na manhã seguinte vieram as formações marchando garbosamente, cantando a canção ‘velhos camaradas’, também conhecida no nosso Exército”.

“A cerimônia era tocante” – prosseguiu Dionísio.

“Era até mais cordial do que o final de uma partida de futebol.

Podíamos ser inimigos, mas nos respeitávamos e parecia até haver alguma afeição.

Eles vinham marchando e cada companhia colocava suas armas numa pilha, continuando em forma, e seu comandante apresentava a tropa ao oficial brasileiro que lhe destinava um local de estacionamento.

Só então os comandantes alemães se desarmavam. A primeira Unidade combatente a chegar foi o 36 Regimento de Infantaria da 9° Divisão Panzer Grenadier.

Seguiram-se mais de 14 mil homens, na maioria alemães, da 148° Divisão de Infantaria e da Divisão Bessaglieri Itália que os acompanhava”.

“Entretanto houve um trágico incidente: Um nosso soldado, num impulso de momento, não se conteve e arrancou a Cruz de Ferro do peito de um sargento alemão.

O sargento, sem olhar para o soldado, pediu licença a seu comandante para sair de forma, pegou uma metralhadora em uma pilha de armas a seu lado e atirou no peito do brasileiro, largou a arma na pilha e entrou novamente em forma antes que todos se refizessem da surpresa.

Por um momento ninguém sabia o que fazer.

Já vários dos nossos empunhavam suas armas quando o oficial alemão sacou da sua e atirou na cabeça do seu sargento, que esperou o tiro em forma, olhando firme para frente.

Um frio percorreu a espinha de todos, mas foi a melhor solução” - Concluiu Dionísio.

Ao ouvir esta história, eu já tinha mais de dez anos de serviço, mas não pude deixar de me emocionar.

Não foram as tragédias nem as atitudes altivas o que mais me impressionaram.

O que mais me marcou foi o bom coração de nossa gente, a magnanimidade e a bondade de sentimentos, coisas capazes de serem reconhecidas até pelo inimigo.

Capazes não só de poupar vidas como também de facilitar a vitória.

É claro que isto só foi possível porque os alemães estavam em situação crítica; noutro caso, ninguém se entregará só porque o inimigo é bonzinho, mas que a crueldade pode fazer o inimigo resistir até a morte, isto também é real.

Na História Pátria podemos ver como Caxias, agindo com bondade, só pacificou, e como Moreira César, com sua crueldade, só incentivou a resistência até a morte em Canudos.

O General Dionísio e o interprete alemão – Major Kludge, se tornaram amigos e se corresponderam até a morte do primeiro, no início dos anos 90.

O General Mark Clark, comandante do 5° Exército norte-americano, ao qual a FEB estava incorporada, disse que foi um magnífico final de uma ação magnífica.

Dionísio disse apenas que a história real é ainda mais bonita do que se fosse somente um grande feito militar.

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“Os idiotas vão tomar conta do mundo; não pela capacidade, mas pela quantidade. Eles são muitos”.
(Nelson Rodrigues)

sexta-feira, 27 de maio de 2016

ENTENDA O SILÊNCIO DAS FORÇAS ARMADAS

Uma coisa que a população nas ruas não entende é a razão do silêncio das Forças Armadas. O principal motivo desse aparente silêncio é óbvio: as Forças Armadas não podem falar por falar. Qualquer pronunciamento mais incisivo do Comando equivale a ação política. Se, por exemplo, o Comandante do Exército criticar qualquer ato da Dilma, ou recusar-se abertamente a cumprir ordens das autoridades civis, isso equivale a golpe de Estado, porque das duas, uma: ou o Comandante é demitido, ou o Governo cai. Não existe a hipótese de pronunciar-se contra e ficar no cargo, nem do Governo permanecer no poder após o pronunciamento.

Essa situação é muito parecida com a dos juízes. Um dos princípios fundamentais da magistratura é que "o juiz só fala nos autos do processo". Ou seja, o juiz jamais discute em público ou emite opinião sobre os processos. Ele simplesmente absolve ou condena, e justifica por escrito a sua decisão. Isso porque a "opinião" do juiz não é opinião: ela tem força de Lei.

A mesma coisa acontece com os militares: eles só falam por meio de atos concretos. Não podem debater nem opinar sobre questões políticas. Mas podem e devem agir, quando essas questões mexem com interesses nacionais.

Interesses nacionais: esse é um ponto ao qual as pessoas não prestam muita atenção. A expressão ficou tão gasta pelo uso, que passou a ser mera frase de efeito, sem consequência, tal como dizer "bom dia" quando o dia de fato é ruim, ou "saúde!" ao brindar com tóxico uísque paraguaio.
Mas no nosso caso, "interesses nacionais" têm significado que deve ser levado a sério. Vamos entender a lógica.

Vivemos num Estado de Direito, não é verdade?

Ou seja, num Estado onde a Lei está acima de tudo. Todos estão submetidos à Lei, e todas as leis têm de estar de acordo com a constituição, que é a Lei Suprema.

Nesse caso, as Forças Armadas só podem agir dentro da Lei.

E a Lei as submete ao governo civil, eleito pelo "povo". Correto?

Sim e não.

Sim, na normalidade.

Não, nas crises extremas, que põem em perigo a existência ou a integridade da Nação Brasileira.
Vejam como funciona.

Na mesma constituição de 1988, manteve-se um dispositivo das constituições anteriores, que define as Forças Armadas como "instituições nacionais permanentes".

Essa definição implica que as Forças Armadas estão a serviço da Nação, e não do Estado, nem do Governo.

A Nação está acima de tudo.

O Estado é criado pela Nação, e a Constituição é a materialização, a forma de existir, do Estado.
Sendo Instituições Nacionais, as Forças Armadas são fundadoras e guardiãs da Nação, portanto anteriores ao Estado e à constituição.

Que significa isso?

Para responder, temos de considerar como se formam as nações.

Nações se formam quando um povo domina um território, demarca suas fronteiras e as preserva e defende eficazmente contra potenciais ou atuais inimigos.

Só então é possível constituir o Estado e o governo.

A força militar é elemento imprescindível à instituição da Nação, a qual é anterior à formação do Estado.

O Estado se institui por meio da Constituição. Mas o Estado e o Governo não abrangem a Nação.
A Nação está acima e além de tudo, porque é a origem de tudo.

E as Forças Armadas, embora sejam órgãos do Estado, subordinadas ao Governo, são em última instância instituições da Nação.

Quando o Estado ou o Governo se voltam contra a Nação (é o que acontece no Brasil de agora), as Forças Armadas podem e devem intervir, passando por cima tanto do Governo como do Estado.
Mas essa responsabilidade é gravíssima, de modo que jamais pode ser exercida com leviandade.

É algo como aquele famoso "botão vermelho" que o Presidente dos Estados Unidos tinha no seu gabinete, o qual, uma vez apertado, deflagraria a guerra nuclear total, com risco de destruir o planeta.
Dá para entender o silêncio e a aparente imobilidade das Forças Armadas?

Esse silêncio e essa imobilidade, porém, não significam passividade nem conivência com a quadrilha no poder.

Pensem: quais são as reais intenções dessa quadrilha? Ela nunca as escondeu. Seu objetivo é instituir no Brasil ditadura semelhante aos modelos que seus chefes tanto admiram. Algo parecido com Cuba, ou Coréia do Norte, ou Venezuela, ou as ditaduras africanas.

Estando há quinze anos no poder, a quadrilha teve todo o tempo e todos os recursos para dar o golpe.
Mas não o fez.

Por que?

Porque não pôde.

Porque a quadrilha tem o Poder, mas não dispõe da Força.

Ela manda no Brasil, faz o que bem entende com o dinheiro público, compra a mídia, aparelha o serviço público com nomeados políticos, comete os maiores desatinos em matéria de política externa, é mancomunada com o crime e o narcotráfico, tem tudo nas mãos, mas ainda não conseguiu o seu maior objetivo: a ditadura.

Para isso, precisaria desfechar um golpe de Estado revolucionário, fechar o Congresso, ocupar militarmente o País, estatizar os jornais, tevês e rádios, prender ou matar seus adversários e assim ter meios de confiscar propriedades e estabelecer alguma forma de socialismo. É o que gostariam de fazer, embora jurem que não.

E por que não o fizeram? Porque sabem que não podem contar com as Forças Armadas, nem com as Polícias, para essa aventura.

E sabem que, se tentarem, as Forças Armadas impedirão.

O silêncio e a imobilidade das Forças Armadas, portanto, não significam omissão nem indiferença.

Afinal, muralhas também são imóveis e silenciosas.

As Forças Armadas são as muralhas que impedem o golpe da quadrilha.

Certo, eles fazem tudo para provocá-las.

Tal como moleques pichadores, eles sujam a muralha.

Difamam as Forças Armadas, procuram humilhá-las com coisas como a tal Comissão da Verdade, espalham falsas histórias, fazem tudo o que podem.

Mas não conseguem abalar a enorme barreira, imóvel e silenciosa.

Ela continua firme no seu lugar, e cada vez mais o povo brasileiro compreende que é a sua proteção, o seu abrigo seguro.

Fonte: O Jornal do Estado

quarta-feira, 13 de abril de 2016

A LEI DA ENTROPIA E A LEI DA SINTROPIA

 A lei da entropia é a Lei da física que pode ser explicada, basicamente, como a lei que nivela as "coisas" por seu nível mais baixo, portanto está relacionada à desordem.

Um exemplo da lei da entropia, sendo muito mais fácil de entende-la, é colocar uma laranja podre em uma cesta com laranjas saudáveis, e todas estas serão apodrecidas.

O PT conseguiu apodrecer nosso querido BRASIL!!! Corrompeu, apodreceu e faliu nosso sistema político, convertendo nossa frágil democracia em uma farsa. Nossa democracia hoje é um sistema totalitário justificado “democraticamente” por urnas eletrônicas, no mínimo duvidosas. O modo como foi conduzido as últimas eleições comprova isso. Nosso demorado e complicado sistema jurídico está infestado de podridão, onde os bandidos são os próprios juízes, com raras exceções, que movidos a propinas e vantagens, desvendaram a justiça (a justiça é cega como diz a máxima no meio acadêmico) e seus olhos foram voltados para a injustiça, com sua cabeça virada à esquerda, sua balança está desequilibrada e pende para a corrupção e a espada símbolo da defesa tornou-se um canivete enferrujado para aqueles que necessitam deste sistema para sanar problemas com terceiros e se sentem injustiçados.

Nosso sistema educacional que deveria formar cabeças pensantes e intelectuais das mais variadas vertentes do conhecimento humano, está em franca decadência, formando analfabetos funcionais e zumbis mecanizados e hipnotizados por uma ideologia utópica onde aprendem a ler, mas não entendem o que leem, que aprendem a escrever, mas não conseguem concatenar uma única frase que dê sentido à sua real intenção de expressão.

Nosso povo vive, por conta da “hegemonia cultural” sob a mais pura ilusão, sendo incapazes de perceber o perigo iminente e imediato ao qual vivenciamos.

Nosso sistema tributário fere completamente a real existência de sua natureza que é prover serviços públicos de qualidade, para o bem-estar e desenvolvimento da nação, servindo nestes tempos tenebrosos única e exclusivamente para prover a vida luxuosa da "elite política" e seus asseclas, através de intermináveis regalias, exacerbados escanda-los de corrupção, e incompetência sistemática na admiração dos recursos e das riquezas nacionais.

Nossas relações internacionais estão voltadas para Países ditatoriais cruéis, perversos, atrasados e miseráveis que se tornaram um custo a mais para nós, pois passamos a sustentar e financiar a corja que os governam, onde a única contrapartida que se tem notícia é o "apoio político ideológico" que o PT e sua corja recebem.

Nossa riqueza foi sequestrada por uma gangue, por uma quadrilha, pessoas sem altruísmo algum, sem capacidade de amar ao próximo, amar a Pátria, amam somente o dinheiro e o poder, para atender seus objetivos nefastos.

Nosso povo honesto está cansado disso!!! Não queremos mais o PT e está corja política corrompida que nos escravizam, nos enganam, nos roubam descarada e impunimente que sustenta vagabundos afiliados, filiados e afilhados políticos, sustentam miseráveis, grande parte da população “carente” transformando-os em reféns de suas precárias condições em nome da justiça social, em detrimento do bem-estar geral desta maravilhosa Nação.

Até mesmo nossos meios de comunicação estão apodrecidos. As empresas de comunicação em todo o Brasil, nada mais fazem que mentir, distorcer fatos e acontecimentos e desinformar a população desavisada, tentam transformar a mentira descabida, em verdade suprema, em troca de alguns bilhões anuais para equilibrarem suas contas. Não queremos mais isso!!!!

Queremos justiça real e verdadeira, queremos os inimigos da NAÇÃO capturados, presos, julgados por corte marcial e como traidores da Pátria e do povo Brasileiro, queremos que seus bens e de seus familiares, conseguidos com o dinheiro sujo da corrupção, sejam confiscados e devolvidos ao erário público. Queremos que suas vantagens sejam extintas e que paguem por seus crimes sendo presos até o final de suas insignificantes e demoníacas vidas, ou até mesmo a aplicação da a pena capital, para que sejam enviados ao inferno para comunizarem o diabo!

Estamos lutando contra esta podridão toda que poderá nos levar à uma guerra sem precedentes em nossa história. Os inimigos do Brasil, aprisionados na ilusão de uma ideologia perversa, cruel, totalitária e desumana, estão aqui ao nosso lado, em nossos círculos de amizades e familiares, nasceram aqui nesta terra, mas não são brasileiros, não amam o Brasil e seu povo, amam somente o COMUNISMO e tudo que ele representa de mal nesta humanidade.

Mas não se enganem por afeição ou simpatia, são inimigos!!!

Em uma guerra, não se pode haver misericórdia alguma. Numa guerra, ou se mata ou se morre!!! Aquele tiver maior território conquistado e menos baixas em seu efetivo, basicamente, sairá vitorioso.

Não fomos nós, o povo honesto e trabalhador que declaramos tal guerra. Tentamos por diversas vezes mudar esta situação, mas não permitiram e não permitirão, portanto não há mais negociação e nem recuo, preferem a morte e assim a terão!

Não se acovardem com bravatas, povo brasileiro, não se intimidem com seus discursos de ódio, não se sintam desprovidos de coragem por suas ameaças vãs, não se submetam ao “terrorismo psicológico” que querem implantar em suas mentes, não há o que temer, em todas as manifestações temos o apoio total e irrestrito de nossas policias militares e outras entidades da segurança pública para nos proteger, portanto a “guerra” que estes crápulas querem não acontecerá nas manifestações do povo honesto, trabalhador e ordeiro.

Mas existe um modo de evitar esta guerra declarada que estes psicopatas querem nos impor e este modo envolve o sentimento mais puro, honesto e imensurável que podemos ter; O AMOR!

Nosso amor pela Pátria e pelo povo brasileiro é imensamente mais forte que o ódio de nosso inimigo e em toda a história da humanidade O AMOR VENCE O ódio!!! A verdade vence a mentira e justiça prevalece.

O AMOR nos impulsionará à vitória.

Não estamos sozinhos, não estamos desguarnecidos, temos aqueles que mais AMOR POSSUEM POR ESTA TERRA, POR ESTE POVO, POR ESTA PÁTRIA, pois juraram DEFENDE-LA ATÉ A MORTE, e estão e sempre estarão ao nosso lado!!!

ESTE BRAVOS PATRIOTAS SACERDOTAIS, são o antônimo da lei da entropia. ELES REPRESENTAM A LEI DA SINTROPIA.

A lei da sintropia representa a organização dos sistemas, a lei da sintropia representa a ORDEM para se chegar ao PROGRESSO!!!
São nossa única esperança de salvação, diante do cenário lamentável deste processo acelerado de apodrecimento, que a psicopatia comunista governante está no impondo e nos transformando em um “balaio gigantesco de laranjas podres”.

Somente uma MÃO AMIGA COM UM BRAÇO FORTE poderá retirar do balaio, as laranjas podres para que o restante se mantenha saudável, não se contamine e possamos ter o suco destas laranjas para saciar nossa sede e plantarmos suas sementes para que nasçam mais laranjeiras.

VAMOS TODOS PARA A RUA!!!
VAMOS TOMAR O BRASIL DE VOLTA!!!
VAMOR PARAR ESTA NAÇÃO!
GREVE GERAL E DESOBEDIÊNCIA CIVIL!!!
OU FICAR A PÁTRIA LIVRE OU MATAR PELO BRASIL!

Reinaldo Bueno
é o autor do texto
Fonte: Facebook